
Trade-off logístico: como o board deve decidir entre custo, prazo e risco
Trade-off logístico é a realidade central de qualquer decisão em logística internacional: não existe escolha que maximize simultaneamente custo, prazo e risco. Em um ambiente

Trade-off logístico é a realidade central de qualquer decisão em logística internacional: não existe escolha que maximize simultaneamente custo, prazo e risco. Em um ambiente

O Brasil encerrou 2025 com exportações em nível histórico, somando US$ 348,7 bilhões. Importações (US$ 280,4 bilhões), corrente de comércio (US$ 629,1 bilhões) e o

Capital de giro costuma aparecer no board como uma equação financeira: prazo médio de recebimento, prazo de pagamento, política de crédito e níveis de estoque.

Por anos, eficiência foi sinônimo de concentração. A lógica parecia irrefutável: reduzir base de fornecedores, consolidar volumes em poucos parceiros, padronizar rotas e ganhar escala

A supply chain passou da retaguarda operacional para o centro das decisões estratégicas. Em um cenário de riscos geopolíticos, pressões regulatórias, volatilidade de demanda e

A supply chain global entrou em uma era em que reagir já não é suficiente. Ciclos de demanda imprevisíveis, variações abruptas de custos logísticos, mudanças

A transformação digital deixou de ser tendência e passou a ser base estrutural para cadeias de suprimentos que operam em mercados globais. Em 2026, a

Nos últimos anos, quem lidera logística, comex e supply chain deixou de falar só de custo e prazo e passou a lidar com algo mais

Sourcing deixou de ser sinônimo de “comprar mais barato” e passou a ser decisão de arquitetura de cadeia: quem nos fornece, de onde, com qual

Quando falamos em competitividade industrial, nearshoring, reconfiguração de cadeias globais e uso intensivo de capital, as Zonas de Processamento de Exportação (ZPE) saem do rodapé